quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Jogo do Poder com Roberto Mangabeira Unger (02/12)



O ex-ministro de Assuntos Estratégicos Roberto Mangabeira Unger é o entrevistado desta semana em Jogo do Poder, programa que eu apresento todas as quartas-feiras às 22:50 na CNT. Clique na imagem (quando ela aparecer) para assistir. Veja aqui como sintonizar em sua cidade. Participa também Tales Faria, diretor do portal iG em BSB. Para ver os programas anteriores, vá à lista

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2 Comentários:

Anonymous Paulo Drummond disse...

Uma boa entrevista, sem dúvida.

Não gosto deste senhor por várias razões, sendo a principal o tom professoral de seu discurso — o clássico "eu sei tudo, você não sabe coisa alguma e estou aqui apenas pra dar algumas dicas. Se você as alcançar, melhor; se não, azar o seu."

Apesar disso (ou talvez por isso), é claríssimo em sua fala. Tem início, meio e fim. Dá pra entender tudo, letra por letra. Só não dá pra acreditar como um programa daqueles com uma estrutura cristalina — contudo, romântica — possa cair no colo de uma agremiação rota como é o pmdb (minúsculas propositais).

Ainda assim, pecou por falta. Não ousou discutir a Educação, que nos oito pontos enunciados é parte do tripé fundamental, e essencial num país com um desatre educacional como o nosso. Deveria tê-lo feito, e com detalhes. Não ousou discutir o revés tido com a ministra Marina Silva. Deveria tê-lo feito, até para mostrar suas razões. Aquela desculpa "por quem tenho muito respeito", ainda que politicamente correta, soou mal.

No todo da conversa, gostei de três coisas: primeira que, ao contrário de inúmeros entrevistados em inúmeras ocasiões, não perdeu o fio da meada. Isso é importante para que se possa saber com clareza o que expõe. Segunda, que não se deixa interromper com faclildade. Uma coisa detestável nos entrevistadores — e o Sr Tales Faria tentou sem muito sucesso — é interromper o entrevistado deseducadamente, mesmo que ele esteja se alongando. Isso é péssimo, mas o Sr. Unger, manteve a postura e continuou praticamente de onde havia parado em todas as vezes que eu percebi. Terceira, é que dentro de sua quase-utopia que manteve na sua exposição, disse que não houve recuperação do sistema partidário depois da ditadura militar. Na minha interpretação, uma verdade que reforça o que venho comentando por aqui: os partidos políticos brasileiros são sacos de gatos. O próprio partido do Sr. Unger é um container (todo enferrujado) deles.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009 00:30:00 BRST  
Blogger Pedro disse...

Excelente entrevista.

Excelente programa de uma forma geral.

Não consigo ver pela TV, mas sempre dou uma olhada no canal do YouTube para me atualiazar.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009 10:41:00 BRST  

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