sexta-feira, 26 de junho de 2009

King Michael (26/06)

Da slate.com (Jody Rosen):
    Michael Jackson started calling himself the King of Pop around 1991, shortly before his monarchy was symbolically deposed. On Jan. 11, 1992, Jackson's Dangerous album was knocked from the top spot in the Billboard 200 by Nirvana's Nevermind, marking the end of Jackson's reign and bringing down the curtain on the era of pop consensus he represented. Today, the popular-music landscape has crumbled into bits and bytes, splintered into hundreds of market niches, subgenres, and microgenres. Though the occasional huge hit collapses the distance between audiences, we will never again experience a moment like Jackson's 1980s apotheosis, when Thriller seemed to shrink the world. Weeping for Michael, we are also mourning the musical monoculture—the passing of a time when we could imagine that the whole country, the whole planet, was listening to the same song.
A íntegra do texto.

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1 Comentários:

Blogger Leonardo Bernardes disse...

Uma boa percepção -- que implica entender que o reinado de Michael acabou também porque um certo modo de se relacionar com a experiência musical se modificou, se diversificou, se estratificou a ponto de extinguir a monocultura, ligada a uma certa precariedade -- em relação aos tempos atuais -- na produção e distribuição de material. Não é por falta de competência que hoje e que talvez nunca mais experimentaremos algo semelhante ao fenômeno Michael Jackson. O contexto histórico já não o permite.

sexta-feira, 26 de junho de 2009 18:48:00 BRT  

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