sexta-feira, 17 de abril de 2009

Do que se trata (17/04)

Josias de Souza faz um apanhado dos temas em debate na Cúpula das Américas que começa hoje em Trinidad-Tobago. Como subsídio para quem se interessa pelo tema, talvez valha a pena recorrer a três posts publicados neste blog. Janela de Oportunidade e Obama seguiu meu conselho. E o "smart power" de Lula, de janeiro deste ano, e Integrar para não entregar, de março último. Não tem segredo. Enquanto Barack Obama mantiver aberta nem que seja um fresta para Luiz Inácio Lula da Silva enfiar nos Estados Unidos parte do encalhado etanol brasileiro, tudo estará bem entre ambos. É só disso que se trata.

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6 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

Ao que parece, apesar das simpatias e certas tietagens, muitos apostam numa certa ingenuidade e inexperiência de Obama. Dai, enchem a agenda com temas agudos que possam colocá-lo contra a parede. A partir disso, tirar vantagens em termos comerciais e políticos. Só que Obama também tem o que vender e também pode estar apostando na ingenuidade de muitos.Principalmente olhando pelo lado de mercados potencialmente promissores e pretensões a protagonismos na cena internacional. Conforme dito em discursos, não existem freiras nesse negócio.

Swamoro Songhay

sexta-feira, 17 de abril de 2009 10:40:00 BRT  
Anonymous Jura disse...

Porque exatamente essa fresta e não outra? Obama quer eleger Dilma? Ou é só um boi de piranha pra preservar a boiada deles?
Desculpe, é só uma curiosidade minha.

sexta-feira, 17 de abril de 2009 16:17:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

O aspecto etanol parece fundamental para o Brasil. Para os EUA,além do problema dos subsídios para os produtores de milho, matéria-prima do etanol deles, há o claro objetivo de diminuir a dependência energética.
As pesquisas sobre combustíveis extraídos de biomassa e outros nos EUA estão recebendo grandes volumes de recursos e ao que consta, caminham para uma etapa mais avançada daquela em que está baseada a produção de etanol pelo Brasil. Daí, embora difícil, enquanto houver uma brecha, o esforço para explorá-la torna-se questão fundamental.Caso os EUA obtenham êxito na implantação de uma base de produção mais competitiva, o mercado deles ficará impossível para o produto brasileiro, que carreou expressivos volumes de recursos de investimentos(trabalho, tecnologia, terra, equipamentos).

Swamoro Songhay

sábado, 18 de abril de 2009 10:46:00 BRT  
Anonymous Ricardo Pacheco disse...

Relacionamento diplomático com segundas intenções, será que vai dar certo essa jogada de Luiz Inácio?

sábado, 18 de abril de 2009 13:24:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Interesses comerciais na diplomacia internacional são normais. Não poderia ser de outra forma. Podem ser atenuadas, solidárias, participativas, humanistas. Mas tem um enorme componente de interesse.

Swamoro Songhay

domingo, 19 de abril de 2009 11:32:00 BRT  
Anonymous F.Arranhaponte disse...

Sugestão de tema para o blogueiro: cassação de Jackson Lago e posse da Roseana no Maranhão

domingo, 19 de abril de 2009 18:14:00 BRT  

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