quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

The Economist: economia para baixo, sucessão disputadíssima (26/02)

A unidade de Inteligência da The Economist reviu as projeções para o crescimento brasileiro em 2009, de +1,6% para -0,5%. Ou seja, contração econômica. Para 2010, a previsão é de uma expansão modesta, de 3,2%. Daí que no finzinho do relatório (Set to shrink - Brazil's economy will probably shrink, despite official efforts) a revista afirme, sobre 2010, que:
    The Economist Intelligence Unit anticipates a high possibility of a close-run contest between Mr [José] Serra and Ms [Dilma] Rousseff in 2010.
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5 Comentários:

Anonymous RB de Mello disse...

Segundo o cenário previsto pela revista, a observação final é extremamente otimista quanto as chances da Ministra Dilma.
Esperemos, para o bem de todos, que a revista tenha se equivocado e as condições sejam ainda melhores.
O reflexo eleitoral será significativo mas não decisivo. Qualquer candidato governista neste País, seja o governo que for, sempre será competitivo.
Sorte do Serra que Lula escolheu a candidata com mais dificuldades pessoais (trato, falta de tradição, inexperiência e assemelhados, ressalve-se) e políticas a resolver do que outros quadros mais relevantes do PT. Seria bem mais complicado vencer mesmo que a revista tenha acertado em todo o resto.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 09:27:00 BRT  
Blogger Alberto099 disse...

Caro Alon, The Economist faz excelente jornalismo, a meu ver possui uma objetividade sem par. Muitas vezes já me peguei insatisfeito com análises da revista, mas acabava me perguntando se haveria algo mais a se dizer sem entrar em especulações. Por outro lado, também não é a primeira vez que vejo uma manifestação de tucanismo explícito da revista, mas desta vez é pior: a publicação faz propaganda explícita de um dos possíveis candidatos do PSDB, dando a candidatura como certa. Alguém consegue me explicar essa contradição?

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 10:20:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Uma revista , com esse nome e tradição,não seria "Wig".Está,mais para "Torie'. Opinião e torcida andam juntas.Imparcialidade,é uma quimera intelectual,tanto quanto,acreditar no altruísmo suiço ou na passividade indiana.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 11:37:00 BRT  
Anonymous J.Augusto disse...

A revista não conhece a alma do eleitor brasileiro.

Se a revista acertar suas especulações, e houver uma recessão (-0,5%) em 2009 e crescimento de 3,2% em 2010, Dilma se elege no primeiro turno sem grandes delongas, ainda com ares de heroína que tirou o país da crise internacional.
Num quadro destes, Dilma só pode perder para ela mesma, se fizer muita bobagem.

O preocupante seria o inverso: -0,5% em 2010, aí sim a eleição ficaria sem favoritos.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 16:35:00 BRT  
Anonymous André Egg disse...

Os caras não estão usando inteligência para prever. Estão dizendo o que eles querem que aconteça...

Já, ao contrário do que diz o RB Mello acima, nem sempre o governista vai bem na eleição. Em 2002 Serra suou para superar Garotinho e Ciro Gomes (oposicionistas) - somente para perder o segundo turno para Lula.

segunda-feira, 2 de março de 2009 17:42:00 BRT  

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