segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Demorou (23/02)

Do The New York Times:
    In Latest Plan for Banks, U.S. Could Demand a Voting Stake

    By EDMUND L. ANDREWS
    February 23, 2009

    WASHINGTON — The Obama administration put the nation’s biggest banks on notice Monday that the government could become their biggest shareholder if regulators decide they are not strong enough to weather a deeper-than-expected downturn in the economy. In an unexpectedly assertive joint statement, the Treasury Department, Federal Reserve and federal bank regulatory agencies announced that the government might end up demanding a direct ownership stake in major banks after they undergo a tough evaluation of their strength, which is to begin shortly. “The capital needs of major U.S. banking institutions will be evaluated under a more challenging economic environment,” the administration said. “Should that assessment indicate that an additional capital buffer is warranted,” it continued, the banks could be required to give the government a right to acquire common shares, with voting rights. The statement came as federal regulators confirmed that they were in discussions with Citigroup over precisely that kind of swap. Citigroup, which has received $45 billion in direct assistance and given the Treasury nonvoting preferred shares that pay a guaranteed dividend — is negotiating to swap the preferred shares for common shares that would give the government a stake as high as 40 percent.
Leia a reportagem completa. Leia também no NYT a coluna de ontem de Paul Krugman, Banks at Risk.

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2 Comentários:

Anonymous paulo araújo disse...

Alon

Não entendi muito bem na leitura do artigo quais seriam as vantagens e as desvantagens para o contribuinte nos dois casos, ou seja, no caso do governo americano pegar ações preferenciais com direito a voto ou continuar não querendo fazer isso.

Interessante destacar que a decisão, seja qual for, parece que virá partindo do princípio de que o dinheiro do Estado é dinheiro do contribuinte. Isso passa a léguas de distância da falsa oposição liberais X estatistas.

Para registro:

No Brasil do século XIX o "pau comeu" entre os liberais quando houve a discussão sobre a criação do mercado de trabalho livre. Na época os liberais literalmente racharam sobre se o Estado deveria ou não intervir ao ponto de forçar a substituição de mdo escrava.

A constituição do mercado de trabalho livre contou com a decisiva participação do Estado, que tanto avalizou como promoveu a imigração. Isso se deu também na regulamentação estatal sobre as relações entre fazendeiros e trabalhadores europeus. O Estado surgia como avalista para os países europeus fornecedores de mdo livre. Isso foi um processo relativamente longo que culminou na abolição.

Há nesse período uma discussão e também ações efetivas do Estado na reformulação de várias de suas agências. Por exemplo, a questão da educação toma vulto a partir dessa discussão sobre mercado livre.

Enfim, não é estranho que o liberalismo acione o intervencionismo do Estado e suas agências quando necessário. Ou seja, o intervencionismo liberal não é estranho ao liberalismo aqui e no resto do mundo.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009 23:36:00 BRT  
Anonymous Briguilino disse...

Alon, não entendo uma palavra de inglês. Mas, pelo titulo desta sua postagem e alguns nomes que vejo tais como : "Citigroup, Government, 45 billion", tenho certeza que este texto tem tudo a ver:
http://blogdobriguilino.blogspot.com/2009/02/tao-certo-quanto-morte.html confira.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 08:27:00 BRT  

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