segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Uma manchete que dispensa explicações (01/12)

Ainda a propósito do post O editorialista do Estadão voltou das férias, trago a reprodução da capa do caderno de Finanças & Mercados da Gazeta Mercantil. Aqui você encontra a reportagem completa. Ela abre assim:

Os bancos públicos estão aumentando sua participação no mercado de crédito e, com isso, ampliando a exposição ao risco, ou seja, à possibilidade de atraso nos pagamentos dos empréstimos. Conforme dados do Banco Central, o estoque de operações de crédito do sistema financeiro público cresceu 5,2% no mês de outubro - mais do que a média do setor, 2,9% -, saltando dos R$ 394 bilhões registrados ao final de setembro para R$ 414 bilhões no mês seguinte. A expansão dos bancos públicos no mercado de crédito é uma tendência que deve se manter, avalia Carlos Eduardo de Freitas, ex-diretor do Banco Central. "Os bancos oficiais têm respaldo do governo federal. Tendem a ser menos avessos aos riscos", diz. Ele lembra que essa maior exposição dos bancos federais ocorre porque, na prática, ele não estão sujeitos a liquidação extrajudicial.

Leia a íntegra. Considerando que todos, pessoas e empresas, ampliamos nas últimas semanas nossa, nos termos da reportagem, "exposição ao risco" (perder o emprego, entrar no cheque especial, ir para o cadastro dos maus pagadores, encrencar-se com a Receita Federal ou com o INSS, perder encomendas, perder clientes, etc.), é ótimo que haja entre os bancos quem esteja junto conosco na canoa. E é verdade, os bancos estatais não estão mesmo sujeitos a liquidação extrajudicial. Graças a Deus!

http://twitter.com/alonfe

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