quarta-feira, 5 de março de 2008

As regras do jogo (05/03)

O que decidiu hoje a OEA (Organização dos Estados Americanos) sobre a violação das fronteiras do Equador por tropas colombianas? Recapitulando, as forças do presidente Álvaro Uribe cruzaram a fronteira para massacrar um contingente das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). O grupo estava acampado do lado equatoriano. Trechos comentados da resolução (está em castelhano e pode haver problemas com os caracteres, foi um copy/paste da Associated Press):

(...) en la madrugada del sabado 1 de marzo de 2008 fuerzas militares y efectivos de la policia de Colombia incursionaron en territorio del Ecuador, en la provincia de Sucumbios, sin consentimiento expreso del gobierno del Ecuador, para realizar un operativo en contra de miembros de un grupo irregular de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia, que se encontraba clandestinamente acampando en el sector fronterizo ecuatoriano.

A OEA concluiu que o Equador não sabia que as Farc estavam ali. E não trata as Farc como "terroristas", mas como um grupo irregular (ou um grupo irregular das Farc, sei lá; de todo modo, "terrorismo" é uma expressão ausente no texto). Segue.

(...) el hecho ocurrido constituye una violacion de la soberania y de la integridad territorial del Ecuador y de los principios del derecho internacional.

O Equador pode não ter ficado feliz com a redação, mas a condenação à Colômbia está implícita, ainda que em linguagem diplomática. E o texto conclui:

Resuelve (...) reafirmar el principio de que el territorio de un estado es inviolable y no puede ser objeto de ocupacion militar ni de otras medidas de fuerza tomadas por otro estado, directa o indirectamente, cualquier fuera el motivo, aun de manera temporal.

Clique aqui para ler a resolução inteira, inclusive os procedimentos práticos adotados. Bem, a OEA disse o que tinha que dizer. Ou então era melhor fechar a OEA e economizar o dinheiro que se gasta com ela. A questão é simples. Ou a inviolabilidade das fronteiras é um valor absoluto ou não existe. Se há circunstâncias em que um país pode invadir outro em tempos de paz, mesmo que temporariamente, o conceito de soberania deixa de vigorar. Eu admito que o sujeito possa achar o Direito Internacional uma bobagem, um estorvo diante da premência de se combater o terrorismo e a suposta ameaça comunista. É uma posição política. É, aliás, a posição política de quem defende a ação de Uribe contra as Farc no Equador. Mas, como tudo na vida, ela tem conseqüências. Respondam à seguinte pergunta. Quem deve ter o poder de decidir se determinada circunstância é suficiente para justificar, em tempos de paz, a violação da soberania de um país por outro? Na minha opinião, ninguém. Na opinião de muita gente, a Organização das Nações Unidas (ONU). Na opinião dos defensores da ação de Uribe, os Estados Unidos. Ou, para não consumir o tempo do presidente dos Estados Unidos com coisas menores (situações que não envolvam diretamente a segurança dos Estados Unidos), os aliados regionais dos Estados Unidos. Então ficamos assim. Como o presidente da Colômbia é aliado de George W. Bush, ele tem o direito de invadir território dos vizinhos para caçar membros das Farc. Com o único compromisso de dar depois um telefonema ao presidente do país invadido para explicar por que fez o que fez, ou inventando uma história qualquer. É essa a regra? A ausência de regras? Então que se jogue o jogo. Só que não vale depois dar uma de menino criado pela avó e levar a bola para casa amuado quando tomar um gol.

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15 Comentários:

Anonymous Porta Torta disse...

Caro Alon:
O argumento é valido, mas pela lógica, como fica o contra-argumento? Correa admitiu que mantinha contato com Reyes e, olha que coincidência, Reyes e seus gendarmes estavam bem estabelecidos ( não provisoriamente estabelecidos) no ... Equador! Seria ou não seria apoio à beligerância ( nem entro no mérito se seria apoio ao narcoterrorismo...) contra um país vizinho?!?
Espero sinceramente do atualíssimo, maduro e conceituado jornalista, o neosocialista e neoantiviceversaliberal Alon, ou em outras palavras, o jornalista-político pcdoBÃO, sem artimanhas retóricas, um argumento isento, diferentemente do que a história abertamente aludida do a sonhador estudante comunista Alon, pró-revolucionário de esquerda convicto e irascível, impede de professar ...

(PS: obviamente, por favor perdoe-me os exageros, era para dramatizar mais as questões. Considero a leitura de seu blog fundamental para entender o dia-a-dia da política brasileira. Saudações sinceras.)

quinta-feira, 6 de março de 2008 03:09:00 BRT  
Blogger Alberto099 disse...

Caro Alon, a expressão “direito internacional” é uma analogia com o que deveria funcionar dentro de um Estado soberano. Digo deveria porque algumas vezes, como ocorre por aqui, o Estado dá as costas a seu dever de casa de fazer cumprir a lei. Quem “decide” se o direito é absoluto ou existem exceções? O lado mais forte, sempre. Neste caso, como nenhum dos lados tem força para impor sua “interpretação” dos fatos, e interessa a todos encerrar o caso, entra a diplomacia e constrói um discurso ensaboado. Mas é bom que seja assim, porque se a invasão do território do Equador é inegável, não é mais real que o apoio tácito de Equador e Venezuela às FARC. Aliás, ao não condenar explicitamente a Colômbia, a OEA condena implicitamente o Equador – e o principal interessado em pescar em águas turvas, Hugo Chávez – por intrometerem-se em assuntos internos de seu vizinho, apoiando um grupo armado que se propõe a derrubar um governo democrático. Ao manter os EUA afastados do caso, o governo brasileiro e a OEA ajudam a esvaziar o discurso fanfarrão da Venezuela, e permite à Colômbia consolidar uma vitória importante sobre seu inimigo interno. Interno?

quinta-feira, 6 de março de 2008 07:37:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

O problema sério é que o discurso vai deixando cada vez mais claro um ataque direto aos colombianos. Repito, aos colombianos, a população colombiana, pelo fato de terem eleito um presidente não etnocentrista, não alinhado ao bolivarismo, que não fala de socialismo do século XXI e coisas do gênero. Lula também não fala tais coisas, pois, ainda bem, dedica seu tempo a coisas mais sérias. Quer dizer, enquanto Uribe estiver no poder, os colombianos querem e pedem intervenções de iluminados para dizerem-lhes o que é melhor para seu país? O que acha a população colombiana das FARC? O que acha de Uribe? O que acha da ajuda dos EUA? Oras, se equatorianos elegeram Correa, venezuelanos elegeram Chavez, nicaraguenses elegeram Ortega, americanos elegeram Bush, peruanos poderão eleger Hollanta, por que cargas d´água os colombianos não poderiam eleger Uribe? A propósito: vários prefeitos e governadores brasileiros visitam Bogotá para conhecer a política de segurança e de regeneração de áreas urbanas; pelo que se depreende, o Brasil não é favorável ao isolamento da Colômbia; políticos governistas sempre realçam os princípios pacifistas e isentos do Brasil. Portanto, alguma coisa não está fechando nessa história toda.

quinta-feira, 6 de março de 2008 11:35:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Alon, é impossível aceitar o que você argumenta se você não se posicionar a respeito do que pensa sobre o apoio que Equador e venezuela dão às FARC. Eles estão ou não estão interferindo em assuntos internos da Colômbia??
Fernando Silva

quinta-feira, 6 de março de 2008 12:16:00 BRT  
Anonymous Mauro disse...

Alon,

acredito que a OEA não poderia ter tido outra atitude senão a de reafirmar o princípio básico da inviolabilidade das fronteiras. Diferente do que você escreve, nem todos os que defendem a ação de Uribe contra as Farc pensam que o Direito Internacional é uma bobagem ou que são os EUA que devem definir as circunstâncias em que as fronteiras de um país podem ser violadas – embora seja difícil negar que se fosse preciso escolher entre um mundo governado por George Bush e outro governado por Hugo Chavéz ou Fidel Castro, eu, pelo menos, não teria que pensar muito para fazer a escolha... É certo também que o fato do termo “terrorista” não ter sido utilizado no documento, menos do que nos informar sobre o status que é lítico atribuir as Farc, revela o justo propósito de redigir um texto que conduza à paz e não ao acirramento das posições (além de dizer alguma coisa sobre a atual correlação de forças dentro da OEA...). Mas eu penso que essa organização poderia ter ido além e decidido criar uma comissão para investigar a denúncia do governo colombiano de que o Equador e a Venezuela apóiam as Farc. Porque não resta a menor dúvida de que essa denúncia é verdadeira, e, se houver uma guerra na América Latina, não será por outro motivo senão pelo fato de que as Farc finalmente encontraram bons aliados fora do território colombiano... Em entrevista à Folha o presidente do Equador declara que exige do governo da Colômbia três coisas: “um pedido de desculpas sem ressalvas, o compromisso de nunca mais repetirem um ataque a outro país e o desmentido de que temos conivência com as Farc”. As duas primeiras exigências são razoáveis e já foram atendidas. Mas quanto à terceira, o que dizer?! Na verdade, a posição de Uribe é a posição muito confortável (porque correta) de alguém que pode desculpar-se sinceramente por um incidente militar resultante de uma perseguição na selva em região de fronteira. Mas e quanto à Correa, o que ele poderia dizer? Talvez: “Me desculpem, Uribe fala a verdade e eu menti. Mas eu mudei de idéia, não vou mais apoiar os narco-traficantes que querem derrubar um presidente eleito e tomar o poder pela força!” Correa foi advertido diversas vezes por Uribe de que membros das Farc utilizavam o território do Equador como refúgio. O que fez a respeito? Ordenou alguma vez ao seu exército que defendesse a integridade do território equatoriano contra essa invasão? Pelo contrário, de acordo com dados obtidas no computador de Raul Reyes, e que serão objeto de investigação no Tribunal Penal Internacional, o governo equatoriano estaria disposto a substituir os comandos policiais e militares para afastar os oficiais hostis às Farc! Correa, aliás, na entrevista à Folha de hoje, mal se esforça para esconder sua simpatia pelos narco-traficantes e sua desolação pela morte de Reyes, nem mesmo sob pena de parecer ridículo ao lamentar que os delinqüentes tenham sido mortos enquanto dormiam... Quanto à Chávez, se alguém quiser saber se apóia ou não a narco-guerrilha, nem precisa esperar pelas conclusões de qualquer investigação, basta acreditar em suas próprias palavras, em seu obsceno pedido de um minuto de silêncio pela morte Reyes! Você afirma que é preciso isolar Uribe. Eu discordo. Em minha opinião, é preciso apóia-lo, como fazem o povo colombiano e os EUA , e dar-lhe condições de derrotar militarmente as Farc e os paramilitares de ultra-direita. Quem deve ser isolado é Chavéz, que parece cada vez mais disposto a arrumar uma guerra que faça reverter a queda em seus índices de popularidade, visto que seu socialismo do século XXI já começa a fazer água...

PS: Você acha mesmo que o povo colombiano não deve temer a “ameaça comunista”? Você dá a sua palavra de que as Farc vão parar de matar se chegarem ao poder? O que achou da execução em público de 13 mulheres e 2 homens, no último dia 20, acusados pelo governo comunista da Coréia do Norte do crime de tentar sair do país?

quinta-feira, 6 de março de 2008 12:19:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

E pior. As FARC utilizam a Ingrid Bittencourt como escudo: não pode atacá-las senão eles não a libertam; não pode tachá-las de narcoguerrilha senão eles não a libertam; o presidente da França estava negociando com as FARC e as ações do governo colombiano atrapalha etc. Alguém já pensou em vestir um uniforme nazista e marchar através do Arco do Triunfo, em Paris? Então, por que o governo francês não negocia de governo a governo? Se as FARC tivessem reais intenções de beneficiar quem quer que seja nem sequer a teriam sequestrado e aos demais. E os mantido amarrados com correntes. E já os teriam libertado sem pré-condições. Outra coisa refere-se à questão humanitária: humanos são os reféns e não as FARC.
Saiu uma entrevista no Le Figaro, onde o assessor de política internacional do presidente do Brasil afirma: "...o Brasil não considera as FARC nem como terroristas nem como insurgentes..." e "...as FARC foram massacradas enquanto dormiam no campo...". Assim: E os reféns que foram sequestrados sem defesa? Quem conduz a política externa do Brasil? O Itamaraty perdeu autonomia? O Presidente concorda com tais afirmações? Estas são as bases da política esterna brasileira? O Brasil respeita países soberanos ou grupos de guerrilha? O bravo Senador Suplicy faz malabarismos para tentar responder tais questões da tribuna do Senado. Nem deveria tentar.

quinta-feira, 6 de março de 2008 16:21:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Interessante como as coisas desnudam-se. Deve ser a síndrome investmnet grade: agora, da tribuna do Senado, a Senadora Ideli cita o WSJ, em reportagem onde, segundo ela, afirma-se que o Brasil superou os demais emergentes. Citando o WSJ? O Brasil superou todos os demais emergentes? Oras, para que tentar entender?

quinta-feira, 6 de março de 2008 16:27:00 BRT  
Blogger Carlinhos Medeiros disse...

Caro Alon,
venho ao seu blog através do artigo publicado pelo "Vermelho" e fiquei muito feliz por encontrá-lo.

Seu link estará na bodega,

abraços

quinta-feira, 6 de março de 2008 21:24:00 BRT  
Anonymous Caetano disse...

Não exagere na parcialidade, caro Alon. Eles não foram "massacrados". Foram atacados e mortos, nada fora do esperado para guerrilheiros. Mero acidente de trabalho para quem pega em armas. Massacre houve, sim, mas de civis, seqüestrados, aprisionados, torturados.

quinta-feira, 6 de março de 2008 22:33:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Cruzes! Como tem gente amestrada visitando o Alon. Defendem o narcopresidente uribe escobar, esquecem das brigadas paramilitares de direita, financiadas e partícipes do governo colombiano, irmãos narco-siameses do ex-inimigo dos eua. Os pensadores olavianos e mainardianos, despejaram acima um milionésimo de seus caudalosos conhecimentos, adquiridos em vejas e organizações globos, esta que de golpe e de ditadura militar, é a maior especialista da terrinha. Aposto que os ilustres comentaristas acima, à excessão do Carlinhos Medeiros, do mesmo modo que acreditam no engodo midiático pró-américa, expelindo coisas como "não há dúvidas que a Venezuela e o Equador APOIAM AS FARC(como é? não há dúvidas? Se liguem!,)acreditaram que o Iraque tinha armas de destruição em massa; que uma dúzia de muçulmanos armados de canivetes e chefiados por um barbudo que vivia numa caverna a 10 mil kms de distância, foram os responsáveis pelo 11 de setembro; que o golpe de 64 foi bom para o Brasil, exatamente como diz este trecho do editorial "...Era a sorte da democracia(como é?) no Brasil que estava em jogo. A esses líderes civis devemos, igualmente, externar a gratidão de nosso povo." (O Globo 2/04/64)"; que os americanos querem "libertar" a população dos países comandados por ditadores "sanguinários" tipo Sadam, embora a regra não se aplica aos ditadores comparsas, vide Arábia Saudita e Paquistão; e poderia ficar até amanhã dando exemplos do resultado do "modus idiotizantis" posto em prática pela mírdia grande tupi, e que os amestrou beeeem direitinho. Desligue a tv, quem vê muita tv, fica igual a você, que repete clichê, sem "sabê" o porquê de tanto auê.

sexta-feira, 7 de março de 2008 01:37:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

ALon: o tal de "Porta Torta" procura justificar a transformação da Colombia em um novo Israel,fomentando guerras, atentados e ataques a seus vizinhos,a soldo dos Estados Unidos, e usando seu prórpio povo como escudo de bandidos que se apoderam dos governos à custa de dinheiro de Washington e de ideologias racistas e belicistas. Ele desonestamente esquece a causa porque as FARC não se transformam em partido político e disputam eleições democráticas.Porque elas já tentaram isso. Em 1984 firmaram uma trégua com o então presidente da Colômbia Belisario Betancourt. As FARC abandonaram as armas e se transformaram num partido político, União Patriótica (UP).
Resultado: o governo da Colômbia se aproveitou do fato e matou três mil militantes, oito congressistas, dois candidatos presidenciais, 11 prefeitos e 13 deputados regionais.É claro que a imprensa golpista brasileira, da qual , pelo texto irônico, maldoso, visceral esse "Porta Torta" é na verdade um membro que não quer se identificar. É por essas e outras que segundo o IBOPE, apenas 12,7% dos brasileiros dizem confiar na imprensa...

sexta-feira, 7 de março de 2008 06:51:00 BRT  
Blogger Cesar Cardoso disse...

A OEA fez o que se espera dela: condenou a violação de território equatoriano pela Colômbia. Pronto. Simples assim.

Ah sim! A França mantém, ou mantinha, contatos com as Farc para libertar reféns, especialmente a cidadã francesa Ingrid Betancourt. Então a França passa a ser apoiadora das Farc? Sarzoky vai para o eixo do mal de Bush?

sexta-feira, 7 de março de 2008 08:06:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

E completando o raciocínio do Cesar Cardoso: vamos invadir a França e prender o Sarkozy, esse cripto-narco-terrorista que tem a coragem de falar com os farquistas em defesa de uma cidadã francesa.
Que barbaridade estão virando as relações internacionais.

sexta-feira, 7 de março de 2008 12:21:00 BRT  
Anonymous Porta Torta disse...

Ao anônimo "anônimo" que critica meu anonimato: sinto desapontá-lo, caro comentarista, mas passo bem longe de exercer a nobre profissão de jornalista, seja ela ligada ou não à aludida imprensa golpista brasileira, cuja existência sou obrigado a concordar com você, mas lembrando que a pena dessa imprensa é empunhada indistinta e simultaneamente pela esquerda e pela direita!
Eu não quis justificar nada, apenas levantei um argumento divergente ao do Alon e que muita gente também tem levantado. Não nego absurdos comprovadamente cometidos no passado colombiano. Agora, você afirmar que a Colombia atual é quem usa seu povo como escudo, é fazer troça de sequestrados pelas Farc.

PS: Últimas Notícias:

Farc causa explosões em oleoduto colombiano na fronteira...

Estudantes mexicanos junto das Farc no Equador, um morto, uma ferida, outros 5 desaparecidos...

Colombia mata outro alto dirigente das Farc...

É, parece que a história do Equador está mal explicada.

sexta-feira, 7 de março de 2008 18:42:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Caro amigo Alon, essas disputas entre "Equador", "Venezuela" contra a "Colômbia" acho que foi uma coisa meio que conspirada.
Por que as FARC foi para território Equatoriano?
Simplesmente, porque alguém mandou para gerar um conflito, pois a Colômbia ficou sabendo que as FARC estava em território Equatoriano através de uma informação militar e ai a Colombia atacou as FARC com sucesso, mas em território Equatoriano o que não é o certo.
Agora, sabemos que a Colombia é um amigo dos Americanos e a Venezuela precisa de parceiros no Sul e a própria Venezuela apoiou rapidamente os Equatorianos..., Será que a Venezuela de Hugo Chaves não tem alguma a coisa Haver com esse conflito dividindo a América do Sul...
Saiba que hoje a Venezuela já possui alguns aliados..., Paraguai.., Bolívia..e "Equador".

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008 15:51:00 BRST  

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