quinta-feira, 26 de abril de 2007

Por que sou cético. E um desafio (26/04)

Eu tenho sérias dúvidas em relação à eficácia do plano educacional lançado dias atrás pelo governo federal. Ele não ataca, creio, dois problemas fundamentais do ensino brasileiro: 1) fazer com que os estudantes mais pobres tenham aula com professores pelo menos tão bons quanto os que ensinam aos filhos dos ricos e da classe média e 2) manter os estudantes pobres o dia inteiro na escola, para que eles tenham um ambiente de estudo adequado. Um plano verdadeiramente revolucionário criaria meios para atrair à rede pública os melhores professores, pagando-lhes salários competitivos com o ensino privado. E cuidaria de dar às crianças e aos jovens pobres ensino em período integral. E cobraria duramente resultados. Ou seja, não ensinou (os alunos não aprenderam), está fora. Colocar os melhores professores para dar aula aos pobres: eis a ruptura de que o Brasil precisa para superar o seu desastre educacional. Seria também imprescindível desvincular os reajustes salariais dos professores da ativa e dos aposentados na rede pública. Minha visão sobre o assunto está em Abaixo os especialistas, de março. Mas eu não sou nem pretendo ser dono da verdade. Eu topo mudar de posição e aplaudir de pé o plano do ministro Fernando Haddad. Eu prometo aderir ao oba-oba midiático se os políticos, os articulistas, os especialistas e os editorialistas que elogiam o plano vierem a público para afirmar o seguinte:

- Eu acredito no projeto do ministro Fernando Haddad e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele vai mesmo revolucionar o ensino no Brasil. Acredito nisso, tanto que vou tirar meus filhos da escola particular em que eles estudam e vou colocá-los numa escola pública.

Quantos dos propagandistas do Plano de Desenvolvimento da Educação dariam esse passo?

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25 Comentários:

Blogger Vera disse...

"Quantos dos propagandistas do Plano de Desenvolvimento da Educação dariam esse passo?" Veremos dentro de um ano, quando o projeto já estiver implantado e puder ser avaliado. Julgar agora que acaba de ser anunciado é puro palpite, malévolo ou benévolo, de boa ou de má-fé, de acordo com as afinidades políticas de cada um.

quinta-feira, 26 de abril de 2007 17:42:00 BRT  
Anonymous paulo araújo disse...

Alon

Acho ótimo quando concordo plenamente com você.

E conte comigo para juntos cerrarmos fileiras em defesa do plano do ministro Haddad se aqueles que você arrola no post aceitarem a sua condição.

abs.

quinta-feira, 26 de abril de 2007 17:53:00 BRT  
Blogger Alon Feuerwerker disse...

Cara Vera, obrigado por freqüentar o blog. Não se trata de boa-fé ou de má-fé, ou de torcida. Trata-se de opinião. Elogiar e criticar faz parte do jogo. Se eu concordo, elogio. Se discordo, critico. E quem discorda de mim tem toda a liberdade para vir até esta minha casa e (dentro de regras civilizadas) escrever discordando. Eu torço para que o plano represente de fato uma revolução. Mas não acredito nisso. Como não acredito, escrevo de modo transparente. Abraço.

quinta-feira, 26 de abril de 2007 18:05:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Alon, você foi brilhante, assino embaixo, mas porque essa história de aplaudir de pé um programa ruim? Não alcancei...

quinta-feira, 26 de abril de 2007 18:28:00 BRT  
Blogger Ricardo disse...

Esse programa é uma espécie de PAC da Educação, ou seja, não existe plano, apenas sua comunicação e publicidade. É a única coisa eficiente no governo Lula, que é um governo virtual. Virtualmente nada é feito.

quinta-feira, 26 de abril de 2007 18:42:00 BRT  
Blogger Paulo disse...

Alon,

O seu ponto 1 jamais foi realizado em nenhum país capitalista. Acho que mais realista seria primeiro tentar ter professores competentes dando aula na escola pública.

Quanto ao ponto 2, o Senado já deu o primeiro passo, seguindo seus insistentes conselhos e começando a baixar a idade da maioridade penal para alguns casos. É só continuar neste caminho e em breve poderemos "manter os estudantes pobres o dia inteiro na escola". Em uma espécie de escola, pelo menos.

quinta-feira, 26 de abril de 2007 20:33:00 BRT  
Anonymous Marcos disse...

Acho que o maior obstáculo é o de sempre: Grana.
Educação de qualidade exige pessoas qualificadas, e pessoas qualificadas custam caro.
Se o Ministro Haddad quiser mesmo revolucionar a educação, sugiro que coloque os técnicos do governo para calcularem quanto custa essa educação de qualidade. Apresente depois a fatura para a sociedade.
O Ministro não precisará se preocupar com as brigas ideológicas. Educação é um dos poucos setores em que todas ideologias convergem. Igualdade de oportunidades não são alardeadas por socialistas e capitalistas?
E se houver briga, será sobre qual governante consegue melhor resultado com um orçamento realista.
Agora se ficar nessa de piso salarial para os professores de R$ 800,00 por 40 horas e carga horária de 4 horas por dia eu digo o seguinte: é só blá blá blá.

quinta-feira, 26 de abril de 2007 21:30:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Alon:tembém estou cético com os
planos p/ a educação.Mas nossos
pontos de vista são um pouco
diferentes:o problema maior é a
falta de invstimentos :infraestrutura
precária,que acarreta o desinteresse dos alunos.Nossa
educação é elitista,enciclopédica e
propedêutica(visa quase sempre a
universidade).Os professores via
de regra são acadêmicos,com pouca
ou nenhuma experiencia e visão do
mundo real do trabalho.
Finalizando: o aposentado como eu
recebe muito,muito menos que os
professores da ativa! Palavra de
honra!César Figueiredo

quinta-feira, 26 de abril de 2007 22:11:00 BRT  
Anonymous Antonio Lyra Filho disse...

Fico realmente impressionado com a campanha que é feita por alguns jornalistas e até por pessoas que acessam o blogs, no sentido de desconstruir tudo que este governo tenta implantar. Neste blog, mesmo, tem gente mesmo ante de se dar inicio ao plano já fez o seu julgamento, o plano é ruim. Como diz que é ruim por ideologia, se esconde por traz dos "anônimos"
O Governo está preparando um plano para melhorar a segurança. Saiu hoje na imprensa, fiquem certo que não vai demorar e aparecer gente para dizer que não presta.
Se o governo não faz é imcompetente e preguiçoso, se faz,
não presta.
Estas pessoas que ficam de plantão com o unico objetivo de criticar tudo do governo, são as mesmas que estão se beneficiando com o dólar baixo, com a inflação estável e com a melhoria de vida e do poder aquisitivo da população.
Criticar talvez seja um forma de protestar por não ter eleito um homem de gestão.

sexta-feira, 27 de abril de 2007 11:04:00 BRT  
Anonymous Chico Amaro disse...

Alon você tocou na questão fundamental: a qualificação dos professores. De fato o nível é baixíssimo, e não há perspectiva de melhora, simplesmente porque a, digamos, referência pedagógica da moda leva ao esvaziamento dos conteúdos, com enfâse nos procedimentos em detrimento dos resultados. O MEC/INEP tem sido muito permissivo com os cursos superiores de licenciatura; trabalho na área e vejo faculdades sem a menor condição de funcionar receberem avaliações no mínimo suficientes para continuar ativas.
De outro lado há a falta de comprometimento dos professores. Em São Paulo a Apeoesp tem grande responsabilidade nisso, já que sua pauta de valorização dos professores é mera questão salarial. Reclamam e protestam contra governos mas não discutem suas próprias responsabilidades.

Tenho um irmão que faz 7a série em escola pública. É de chorar: o professor de história dia fala sobre a Grécia Antiga, no seguinte sobre Revolução Industrial. Tem aquele que, quando o aluno faz a tarefa - afinal isso não é esperado - reclama, pois terá que dar aula mesmo. Outro enche os alunos de tarefas mas não se preocupa em explicar os conteúdos. Enfim, os professores não tem plano de aula, não tem metodologia de trabalho definida, não respeita seu trabalho nem seus alunos.

Não vejo muita saída diante de uma situação assim.

sexta-feira, 27 de abril de 2007 12:40:00 BRT  
Anonymous Artur Araujo disse...

Marcos, quem nos dera que não houvesse viés ideológico no debate (e na adoção de medidas) sobre educação. Basta tomar por exemplo o post do Alon.
Ele propõe em hiper-CIEPS como padrão da educação pública. Isto custará x bilhões de reais, que deverão sair ou de um adicional de arrecadação ou de uma realocação maciça de verbas públicas. Quem põe o guizo no gato? Quem, "aideologicamente", se propõe a pagar mais imposto ou a abrir mão de recursos públicos, p. ex., do pagamento de juros à banca ou do custeio do Ministério dos Transportes?

sexta-feira, 27 de abril de 2007 13:58:00 BRT  
Blogger Alon Feuerwerker disse...

Caro Artur, é isso mesmo. O filho do pobre precisa ter uma escola tão boa quanto o filho do rico. E precisa de mais: precisa ter também um ambiente intelectual para desenvolver-se. Parece impossível? Pois o estado a que chegamos na educação brasileira é precisamente o resultado de só se fazer o possível. Obrigado pela síntese.

sexta-feira, 27 de abril de 2007 14:10:00 BRT  
Anonymous paulo araújo disse...

Artur

Essa é a questão. Escola de qualidade não custa barato. Dinheiro existe como você bem apontou. Penso que não é necessário criar mais um passa-moleque do tipo cpmf para educação. É questão de reorientar os recursos orçamentários, racionalizar a admnistração desses recursos e retirar a ideologia. Educação não é para "formar cidadãos críticos" ou outras besteiras do tipo. Escola é lugar de estudo. Estudo requer, basicamente, escolas equipadas, bons professores e disciplina. Simples.

Mas aí vem aquela idiotia bem estabelecida nos meios acadêmicos, MEC e ONGs e sua patacoada sobre "conhecimento burguês" X "conhecimento do oprimido"...

São os Lyssenkos da educação.
Essa turma venceu e os resultados estão ai.

abs.

sexta-feira, 27 de abril de 2007 14:48:00 BRT  
Blogger Frodo Balseiro disse...

O problema deste PAC, agora da educação, é o seu carater marqueteiro, publicitário. O que de novo esta sendo proposto? Com quem foi discutido? Qual o objetivo estratégico a ser atingido?
Os países que fizeram uma revolução na educação preocuparam-se mais com o planejamento, o conteudo, o conceito, a forma de implementação, do que em comunicar o lançamento do programa.
Esse é o grande entrave "destepaíz"! Falar demais, prometer demais, dizer bobagens como "ao final do mandato seremos os melhores do mundo".
Todos sabem que não é verdade! Nem precisamos ser os melhores do mundo. Precisamos apenas deixar essa posição de indigência educacional, resolver problemas de estrutura, trabalhar e trabalhar e trabalhar! Quem muito fala da bom dia a cavalo! E o que mais se faz aqui é falar. Chega!!!

sexta-feira, 27 de abril de 2007 16:13:00 BRT  
Blogger rafael disse...

Alon,

Quanto a essa proposta da desvinculação dos reajustes, como você acha que reagiriam os sindicatos?

sexta-feira, 27 de abril de 2007 17:37:00 BRT  
Anonymous José Augusto disse...

Vejo as crianças pobres do interior e da região Nordeste com boas perspectivas com este plano (acho que será quase uma uma revolução sim, assim como foi o bolsa família para quem precisa). Já das grandes metrópoles ainda terão um longo caminho a percorrer, será preciso que as prefeituras protagonizem ações complementarem, para dar resultados.
O motivo é que o piso salarial ainda é baixo para metrópoles (que tem alto custo de vida), mas chega a ser atrativo para cidades pequenas do interior, que tem baixo custo de vida (moradia barata, baixo custo de transporte e lazer, menor pressão de consumo). Vejo nos próximos anos o crescimento de uma tendência que já começa (as escolas públicas melhor rankeadas são de cidades pequenas), onde o ensino público nestas cidades menores do interior serão cada vez de maior qualidade, porque os professores se sentem mais motivados, o salário é satisfatório para o poder aquisitivo local, e o bom professor é querido e tem seu trabalho bem reconhecido na comunidade.
Nas metrópoles, para citar um exemplo, a Martha Suplicy fez os CEUs em SP e perdeu as eleições, com Serra dizendo que eram caros demais. Será que a elite realmente quer pagar para as crianças pobres terem um ensino de qualidade, e virem a competir de igual para igual no mercado de trabalho futuro com seus filhos? Mesmo com a perspectiva de diminuir a violência futura? Ou será que preferem continuar garantindo uma vantagem competitiva para seus filhos, mantendo para si a melhor qualidade na escola particular, que nem todos podem pagar?
Talvez o plano do governo esteja sendo um tanto medíocre, porque é o possível mesmo, no momento. É o que a sociedade aceita pagar.

sexta-feira, 27 de abril de 2007 18:14:00 BRT  
Anonymous José Augusto disse...

Para completar meu comentário anterior, vejo o plano como dando um alicerce para as prefeituras complementarem. Todos só cobram o governo federal, mas enquanto escolas caem aos pedaços no interior, as câmaras de vereadores e sedes da prefeituras são as melhores edificações de muitas cidades, e os salários dos assistentes dos assistentes comissionados costumam ser muito maiores do que dos professores. As prefeituras podem priorizar verbas para dar ensino integral, qualificar professores, se quiserem.
Quanto a cobrar duramente que se virem para fazer os alunos aprenderem, seria bom deixarmos de burocracia, e dar e cobrar mais poderes e autonomia aos diretores de escola. O diretor é quem sabe tudo o que se passa na escola, tem poderes para enquadrar professores, incentivá-los, encaminhar para reciclagem profissional, e deveria ter alguma autonomia até para afastar professores (o que acho que não tem). Então o diretor deve receber o bônus do sucesso, e responder pelo ônus do ensino ruim com a perda do cargo (os diretores costumam - ou costumavam - alcançar o cargo através de apadrinhamento político, e dele só saem aposentados).
Quanto à atrair os melhores professores do ensino privado via salário, acho que você está dando muita ênfase numa visão mercantilista do ensino. O professor público deve sim ganhar bem, pelo menos o suficiente para ter uma posição social digna, e não tratar o cargo como um trabalho provisório até conseguir algo melhor. O magistério público deve ser visto como uma carreira, como era antigamente. Não vejo necessidade do ensino privado ser o parâmetro, até porque o professor do ensino privado não ganha tão bem assim, quando se compara jornadas de trabalho equivalentes (salvo poucas exceções).
Endosso sua ironia, e vou além sugerindo que os gestores públicos eleitos deveriam ser obrigados a serem usuários dos serviços públicos a que o cidadão comum utiliza: educação, saúde, previdência e transporte (pelo menos uma cota de uso). Deveriam perder o cargo compulsoriamente se renunciassem ao uso dos serviços públicos. Tenho certeza que tudo melhoria, e muito.

sexta-feira, 27 de abril de 2007 18:24:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

O Sr. Antonio Lyra diz que a imprensa
e alguns internautas,vão logo
"desconstruindo" os feitos do
governo.Ora Ora,somente podemos
desconstruir o que está construido!
E na Educação o que está realmente
construido?

sexta-feira, 27 de abril de 2007 21:24:00 BRT  
Anonymous JUra disse...

Alon,

Concordo com Frodo. O problema n°2 - da qualidade dos professores -não é só nosso, é um problema de país rico também. Só que os marqueteiros de lá - ao invés de anunciarem mais um biscoitinho na merenda ou uniforme de graça - fizeram uma campanha de recrutamento e incentivo aos bons professores. Pode até não ter sido boa mas, vá lá, mostraram a importância dos professores. No mínimo eles se sentiram valorizados.

Você acerta na mosca também ao defender mais tempo na escola. Não só porque eles vão ter melhores condições de estudar e fazer lições em condições apropriadas que nem todos têm em casa, mas porque vai apoiar os pais que trabalham e diminuir a vulnerabilidade dos jovens aos apelos do crime.

Eu fico aqui imaginando como a TV pública - ou estatal como você prefere - iria tratar esse assunto. Promovendo merenda e computador na escola ou convocando bons professores - inclusive os aposentados - para curtir uma vida saudável e produtiva onde eles são mais necessários.

sexta-feira, 27 de abril de 2007 21:46:00 BRT  
Anonymous JUra disse...

Chico Amaro:

Você acha que isso acontece só na escola pública do seu irmão?

Tá cheio de escola privada que cobra muito para fazer a mesma coisa ou pior. Caímos num conto do vigário ao aceitar passivamente a privatização como solução. Agora a gente paga uma nota só para ter giz - e um pouco de segurança - na escola. O mesmo vale para saúde, transporte, educação...

sexta-feira, 27 de abril de 2007 21:58:00 BRT  
Anonymous JV disse...

Acho que o Alon está no caminho certo, o professor e o policial têm que ter prestígio social, com o salário correspondente. As professoras da rede pública na zona norte do Rio de Janeiro são absolutamente deploráveis, e eu conheço muitas ( as exceções que se manifestem), pode colocar meu filho tendo aulas com ela o dia inteiro que ele sai mais burro e mais ignorante.

sexta-feira, 27 de abril de 2007 22:23:00 BRT  
Anonymous chico amaro disse...

Jura,

Não não acho, afinal muitos professores fazem jornada dupla em escolas públicas e privadas. Apenas quis chamar a responsabilidade para quem também a têm, mas não cumpre: o professor.

sábado, 28 de abril de 2007 11:47:00 BRT  
Anonymous Renata disse...

Alon, o que vc acha da ideia original dos CIEPs, de Darci Ribeiro? Se tivessem sido implementados da forma correta, parte do problema começaria a ser resolvido, concorda? As crianças passariam o dia inteiro no ambiente escolar, bem alimentadas e participando de atividades esportivas e educativas. Vejo a integração comunidade-escola como necessária tb.
Já questão donível e salário dos professores é bem mais complicada...

sábado, 28 de abril de 2007 14:30:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Para a Vera que confia no governo:
tive 30(trinta) anos de magistério
e já vi este filme inúmeras vezes!
Não caia neste conto do vigário!

terça-feira, 1 de maio de 2007 15:01:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Antes de entrarmos em qualquer
questão de cunho social,devemos nos
ater no fundamental:planejamento ou
mesmo controle de natalidade.
Uma família pobre não pode em
hipótese alguma,ter 5,6 filhos!
O bolsa família(assistencialista)
está justamente na contramão!
A TV mostrou mães jovens com um
número de filhos,que não deu para
contar!;cada ano um filho pois ele
traz mais beneficios,mas até quando?.A alternativa? educação e
frentes de trabalho!

quinta-feira, 3 de maio de 2007 17:53:00 BRT  

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