segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Os juros, a caminho de sair da agenda (05/02)

O juro real básico vai fechar 2007 abaixo de 7,5%. É o que se deduz a partir das projeções do mercado para o final de 2007: 11,5% de Selic menos 4,07% de inflação. Nesse ritmo, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva poderá, com alguma sorte, fechar 2010 abaixo dos 6% reais no juro básico. E tirar a bandeira da derrubada dos juros das mãos da oposição.

Especialistas estimam taxa de juros em 11,5% no final do ano (Agência Brasil)

Pesquisa do Banco Central reduz estimativa de inflação anual (Agência Brasil)

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5 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

Pois é Alon, daí a única coisa que restará para manter a inflação baixa será o controle dos gastos públicos (salários, aposentadorias e pensões). Compre ações.
JV

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007 18:36:00 BRST  
Anonymous Anônimo disse...

Vai ficar muito mais claro que a brutal necessidade de caixa do Tesouro foi o que obrigou os governantes a exigirem mais impostos. Coisa que aconteceu mesmo a partir do governo Fernando Henrique, pois até então as coisas se resolviam exclusivamente pela via do endividamento público.
pontocritco.com

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007 19:54:00 BRST  
Blogger F.T. Coutinho disse...

por acaso você algum sósia na faculdade brasiliense IESB ou você realmente este lá hoje de manhã?

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007 21:19:00 BRST  
Blogger Alon Feuerwerker disse...

Não, meu caro, não era eu.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007 22:01:00 BRST  
Blogger cid disse...

alon

Se os juros caírem mesmo, parte do dinheiro da dívida interna (que faz a festa dos parasitas) poderá ser direcionado para a infra-estrutura, alavancando o tal PAC. Ocorrendo isso, poderemos ter algum crescimento com desenvolvimento, o que parece ser a aposta do segundo mandato de Lula.

Só aí já lá se vão duas bandeiras da chamada oposição. Considerando que hoje se discute a verdadeira composição do deficit da Previdência, com certeza a oposição também perderá essa bandeira. Vai sobrar o quê? A gestão pública, calcanhar de Aquiles de todas as administrações. Se houver avanços nessa área (fala-se no empresário Jorge Gerdau), a oposição vai ficar pendurada na brocha em 2010.

Bem, podem surgir imprevistos, de que o primeiro mandato foi prógigo. Porém, este não é o primeiro mandato.

cid cancer
mogi das cruzes - sp

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007 09:48:00 BRST  

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