terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Na RDP da Coréia, em 1985 (16/01)


Escrevi aqui outro dia que estive na República Democrática e Popular da Coréia em 1985, numa delegação do então semanário Voz da Unidade, do PCB. Recebi muitos emails perguntando se tinha alguma foto dessa viagem à Coréia do Norte. Tanto fucei em casa que achei. A seta aponta este blogueiro. O terceiro da esquerda para a direita na foto é o jornalista Silvano Tarantelli. Duas posições à esquerda do Silvano está o saudoso jornalista gaúcho João Aveline, o chefe da nossa pequena (mas combativa) delegação. Clique na foto para ampliá-la.

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10 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

QUE PASSADO LAMENTÁVEL

JV

terça-feira, 16 de janeiro de 2007 21:13:00 BRST  
Anonymous Anônimo disse...

O que admiro em você Alon é a sua transparência. Você tem uma história e a trata com tranqüilidade. O que você escreve nada tem a ver com algumas coisas de que você participou lá atrás, mas você não esconde o que fez. Eu chamo isso de dignidade e caráter. Parabéns. Lígia Bastos.

terça-feira, 16 de janeiro de 2007 22:53:00 BRST  
Anonymous Ricardo Freitas disse...

Concordo com o comentário anterior. É importante que as pessoas saibam quem é o blogueiro e de onde ele vem. Minha sincera admiração pela sua transparência.

terça-feira, 16 de janeiro de 2007 23:07:00 BRST  
Anonymous Anônimo disse...

Incrível! Parece -e é- coisa do século passado!

terça-feira, 16 de janeiro de 2007 23:08:00 BRST  
Anonymous Anônimo disse...

Você escreveu alguma reportagem sobre essa viagem na época?

terça-feira, 16 de janeiro de 2007 23:27:00 BRST  
Blogger Luiz disse...

Alon,

Primeiro, parabéns pela tranquilidade com que você encara seus posicionamentos no passado (os quais considero muito respeitáveis).

Segundo: fui fuçar o seu Flickr e achei uma foto com os re-fundadores da UNE, em 1979. Daria para você identificá-los ?

Abraços,

LUIZ

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007 11:28:00 BRST  
Anonymous Sandor disse...

E eu que alardeava por aí que o Silvano era o único brasileiro que já tinha posto os pés na Coréia do Norte. Agora descubro que foram três. Também tudo bem: de lá pra cá já conheci pessoas que estiveram na Albânia e, o mais incrível de tudo, no Casaquistão soviético.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007 23:03:00 BRST  
Anonymous Anônimo disse...

Acho que a tranquilidade, aí, é um sentimento mais do que natural. Qual é o problema de ter visitado a Coréia do Norte no tempo em que não se ousava colocá-la do Eixo do Mal, porque fazia parte de um poderoso bloco que efetivamente se contrapunha à hoje desmedida influência dos Estados Unidos? De minha parte, tenho a maior tranquilidade de ter sido comunista, ter apoiado a União Sovìética, com todos os seus equívocos. Sinceramente, acho melhor que votar no Collor, por exemplo; ou engolir as pataquadas pseudo-antiterroristas que são o cerne do noticiário internacional contemporâneo. Desmoronou o comunismo?, tudo bem, é uma pena. Mas não tem nem comparação com as ditaduras sanguinárias de direita que nos acostumamos a ver do lado de cá. Fez opções erradas, mas teve alguns resultados positivos duradouros, como na educação, na ciência, no esporte. Ficou longo, né? Desculpem aí.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007 23:13:00 BRST  
Anonymous Anônimo disse...

Uma pena que desmoronou o comunismo? Mas vai para a Coreia do Norte, ou para Cuba que lá a vida continua igual.
E comparar os horrores dos regimes comunistas com os tiranetes de meia-pataca deste hemisfério é não querer aprender história.
Mas Alon, a pergunta é outra. Você ainda acredita no que acreditava na época em que a foto foi tirada? Sim? Não? Porque?

Obs: confesso, contrariado, que votei no Lula contra o Collor.

JV

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007 18:45:00 BRST  
Anonymous Anônimo disse...

Ô JV, que argumento mais gasto. Tem uma diferença fundamental entre essas ditaduras todas, é só ter olhos para ver. Tá todo mundo querendo ver o que vai acontecer quando o Fidel morrer: sabe o quê? Tristeza geral. Mas na TV vão passar a alegria dos cubanos de Miami, com a câmera bem fechada pra dar a impressão que é uma multidão, enquanto os milhões de cubanos que irão ao velório não merecerão mais que uns dois segundos. Mas não vou me alongar que tenho de planejar minha viagem à Dinamarca. A Coréia do Norte está um tanto punk demais ultimamente.
A pergunta, a propósito, está equivocada: não se trata de acreditar no passado, mas de evoluir. Agora, interessante seria saber o que é que o Alon achou do que viu, de bom e e de mal, láááááá na Coréia do Norte.

Abs,

Anônimo

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007 21:22:00 BRST  

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