quinta-feira, 14 de setembro de 2006

Ponham a Dona Lu no comando (14/09)

Da Folha Online:

A ex-primeira-dama de São Paulo [Lu Alckmin], que já percorreu 14 Estados brasileiros visitando entidades sociais e pedindo votos para o marido, afirmou que "o assistencialismo, no começo, é muito importante", por causa da carência das pessoas em relação a "roupas e alimentos", mas que essa ação deve ser seguida de "capacitação", para que os carentes tenham algum sustento próprio.
O trabalho assistencial do governo Lula, centrado no Bolsa-Família, recebe críticas da oposição por não criar as chamadas portas de saída. Mas Lu Alckmin disse que não cabe julgamentos sobre a ação do governo petista.
"Eu não quero julgar ninguém. Ninguém é melhor do que ninguém, e ninguém cresce falando mal dos outros. Eu estou aqui fazendo a minha proposta, [a partir] do que eu fiz [em São Paulo] e o que eu poderei fazer para o país se o Geraldo for o presidente", afirmou.


Os que desejam ver Geraldo Alckmin no Palácio do Planalto deveriam mandar para casa toda a cúpula tucano-pefelista e colocar a ex-primeira-dama de São Paulo no comando da campanha do marido. Se houver segundo turno, essa mulher vai ser um perigo.

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10 Comentários:

Blogger Ricardo disse...

Nada que o próprio Alckmin não fale. Aliás, disse novamente ontem no debate. Menas, como diria Lula, Alon.

quinta-feira, 14 de setembro de 2006 11:03:00 BRT  
Anonymous Alexandre Porto disse...

de carência de roupas, dona Lu realmente entende .. :)

quinta-feira, 14 de setembro de 2006 11:04:00 BRT  
Anonymous SERGIO MAIDANA disse...

É...enquanto uma vai à rua para ver o Brasil de perto...a esposa do outro candidato fica no castelo, escrevendo carta para o governo italiano requerendo a cidadania...

E por falar nisso, qual é a razão de ninguém comentar tal fato nesta eleição?

Não é irrelevante como outros que procuram malhar a Lu Alckmin?

É isto Alon... por isso que digo que a mídia venal sucumbiu ao capital. É triste e vergonhoso ao mesmo tempo.

quinta-feira, 14 de setembro de 2006 11:05:00 BRT  
Anonymous Swamoro Songhay disse...

Considero coerente a proposta. Depois de tanto esconde-esconde, aparece alguém que pede votos abertamente para o Alckmin. Depois do chacoalhão, para dentro e para fora dado por FHC (muito bem dado, aliás), já passou da hora de alguém acordar e saber que está no meio de uma campanha dura. Tem de pegar no breu, comer poeira, criar contrapontos, diferenciar-se. A paulada foi meio tardia, mas veio em boa hora. Que venha mais.

quinta-feira, 14 de setembro de 2006 11:41:00 BRT  
Blogger Paulo C disse...

"Eu não quero julgar ninguém. Ninguém é melhor do que ninguém, e ninguém cresce falando mal dos outros. Eu estou aqui fazendo a minha proposta, [a partir] do que eu fiz [em São Paulo] e o que eu poderei fazer para o país se o Geraldo for o presidente"

ricardo, isto é BEM diferente do que o Geraldo fala. MUITO diferente do que o FHC fala. Nem vou citar o Tasso.

Só não concordo com a idéia de colocar a primeira-dama no comando da campanha do marido. Seria mais razoável inverter o raciocínio e colocar o marido no comando da campanha da primeira-dama.

quinta-feira, 14 de setembro de 2006 11:57:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Sensacional, PauloC, sensacional...

quinta-feira, 14 de setembro de 2006 14:05:00 BRT  
Anonymous Alexandre Porto disse...

Quem fala que o Bolsa Família não tem porta de saída ou está de má fé ou é desinformado mesmo.

quinta-feira, 14 de setembro de 2006 14:37:00 BRT  
Blogger Paulo C disse...

Quem fala que o Bolsa Família não tem porta de saída ou está de má fé ou é desinformado mesmo.

Eles na verdade sempre inventam uma forma de desqualificar qualquer projeto ou iniciativa do governo que possa ser vista como boa (inclusive pelos critérios deles).

Sabe o que eu torço para um dia destes acontecer? O candidato, de tanto ouvir seus militantes e correlígionários chamarem o Bolsa-Família de Bolsa-Esmola, deixar escapar isto ao vivo na TV. O debate da Globo seria o momento ideal. Aí o Alckmin termina a eleição atrás do Eymael, sentado naquela cadeira vazia.

quinta-feira, 14 de setembro de 2006 15:18:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Vc acha mesmo, Alon? Eu já acho que d. Lu entende mesmo é de Daslu, donde se conclui que,realmente, o povão se identifica muito com ela. E como o Bolsa-Família incomoda a oposição, hein? Agora, "ninguém é melhor que ninguém" é ótima, não é mesmo? Época de eleição faz cada coisa... E ainda vem o colega dizer que "enquanto uma vai à rua ver o Brasil de perto". Fico até pensando se ele acredita mesmo nisso, parece que sim. É a necessidade de voto que faz ela ir, meu jovem, o que ela queria mesmo era estar na Daslu escolhendo uma roupa nova.

quinta-feira, 14 de setembro de 2006 22:50:00 BRT  
Anonymous Evelin Medeiros Lisboa- evelin@unisystem.com.br disse...

Também acredito que a dona Lu, entende mesmo é de Daslu. Nossa é muito hipocrisia burguesa, mostra o que o ser humano é capaz de fazer para chegar ao poder. Engraçado, porque a esposa do candidato Alckimin, não foi visitar as famílias que foram expulsas dos cortiços na Plinio Ramos, porque não foi visitar os mendigos sendo expulsos do centro, com rampa anti-mendigo, entre outros.É muito fácil, desqualificar um projeto como o bolsa- família,principalmente quando a critica vem de alguém que não se beneficia do projeto, porque não precisa. Ela é contraditória na frase que afirma '' Ninguém cresce falando mal dos outros'',porque é esta política utilizada na campanha do seu marido, que ao invés de mostrar propostas e soluções, esta fazendo uma campanha cansativa e repetitiva,atacando adversários.

terça-feira, 26 de setembro de 2006 14:26:00 BRT  

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