quarta-feira, 16 de agosto de 2006

Um texto do The Times sobre o Hezbollah no pós-guerra (16/08)

Nick Blanford, correspondente do jornal inglês no Líbano, mostra os problemas da milícia depois do cessar-fogo e diz que o Líbano pode entrar em guerra civil, pois não acredita que ela vá se desarmar. Clique aqui para ler.

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4 Comentários:

Blogger Ricardo disse...

Mais uma mostra que Israel objetivava inviabilizar o Líbano como país com estes ataques planejados com antecedência de meses, conforme o Guardian e a Economist mostraram.
Ou foi a operação de guerra mais desastrada da história, pois transformou o Hizbollah num ente validado por toda a população, e deu os motivos para a Síria e o Irã cessarem negociações com os países europeus. Como duvido disso, prefiro a primeira opção.

quarta-feira, 16 de agosto de 2006 11:27:00 BRT  
Anonymous Luis Carlos disse...

O meu sentimento sobre o que motivou a esta guerra é a mesma do Ricardo. É muito difícil refutar as evidências de que os ataques foram planejados com antecedência.

quarta-feira, 16 de agosto de 2006 16:13:00 BRT  
Blogger Fernando Soares disse...

Começou o horário eleitoral no rádio e na TV. Arghh. A legislação eleitoral bem que nos poderia privar de tal castigo.Do jeito em que são apresentados os programas,pouco ou nada acrescentam na tarefa de convencimento do eleitor.São trabalhos de marketing retocando imagens pessoais desgastadas e emoldurando promessas vazias e propostas irrealizáveis.O Lula apresentado pelo marketing eleitoral, por exemplo, é completamente diferente do Lula da entrevista do JN. O “Lula” dos marqueteiros, virtual, é seguro, articulado, simpático e cheio de projetos maravilhosos para o país. O Lula do JN, real, é inseguro, titubeante, desarticulado e incapaz de explicar as falhas políticas e éticas do seu governo. No bloco reservado aos candidatos majoritários a apresentação é mais elaborada. Os marqueteiros governistas procuram nos fazer crer que vivemos no melhor dos mundos, enquanto os marqueteiros da oposição tentam nos convencer de que vivemos no pior dos infernos.O bloco reservado aos candidatos proporcionais – deputados estaduais e federais – é uma tragédia só.São centenas de candidatos que se atropelam num curto espaço de tempo, com apresentações toscas e ridículas, numa verdadeira agressão aos nossos ouvidos e à nossa inteligência. Como programa humorístico até que faria sentido. Mas, como o seu propósito, acredito, não é fazer rir, acaba produzindo no eleitor um efeito contrário ao pretendido, pois ao invés de atrai-lo, afugenta-o

quarta-feira, 16 de agosto de 2006 16:54:00 BRT  
Anonymous Marcos disse...

Alon, um link para deleite da oposição em São Paulo: http://www.comciencia.br/noticias/2006/02/migracao.htm
Compare com a afirmação feita por Serra em entrevista na Globo.
Importante: a analise tem como data 07/02/06.

quarta-feira, 16 de agosto de 2006 19:29:00 BRT  

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