sexta-feira, 25 de agosto de 2006

Quatro boas leituras (25/08)

Dois textos para a pessoa se deter no Valor Econômico de hoje:

Venceu o Hezbollah?, de Edward N. Luttwak

Por onde se cruzam Lula e Aécio, de Maria Cristina Fernandes

Dois textos para a pessoa se deter na Folha de S.Paulo de hoje:

Do cacete à eletrônica, de José Sarney

A margem de Alckmin, de Renata Lo Prete

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5 Comentários:

Blogger Paulo C disse...

Só para complementar seus links, Alon, gostei muito do artigo do Kennedy Alencar na Folha Online, Lula faz um bom governo. Um bom início do necessário mea culpa da imprensa por ter se focado obssessivamente em um aspecto do governo, esquecendo todo o resto (resto que parece a caminho de reeleger Lula de forma consagradora).

sexta-feira, 25 de agosto de 2006 12:47:00 BRT  
Anonymous Alexandre Porto disse...

A Folha escalou alguns "novos" articulistas para falar de eleições. Eles se revezam entre bater em Lula e ensinar a Alckmin como alcançar Lula.

sexta-feira, 25 de agosto de 2006 13:28:00 BRT  
Blogger Sergio Leo disse...

Esse artigo da Maria Chritstina foi um dos primeiros que oli hoje, Alon, e, de fato, é lapidar. Imperdível para quem quer entender o jogo do Aécio e as opções do sucessor de Lula (em 2010, claro).

E a falta de timing do Alkimin, hein? Se viesse com aquele extemporâneo papo de exterminador de empregos ontem, talvez até convencesse algum desavisado que tenha visto a pesquisa do IBGE (ainda que o desemprego esteja aumentando sem que diminua o número absoluto de empregos, um dos paradoxos da estatística...)

sexta-feira, 25 de agosto de 2006 18:13:00 BRT  
Blogger Alon Feuerwerker disse...

Caro Sergio Leo: A taxa de desemprego está aumentando porque tem mais gente procurando emprego. Acontece sempre depois que há algum período de aquecimento econômico. Grande abraço.

sexta-feira, 25 de agosto de 2006 18:15:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Alon,

Para mim, Israel parece mais vencedor que o Hisbollah. mas nessa coisa tudo muno vem perdendo, há décadas.
na minha opinião, os povos oprimidos pelos israelenses, ou basicamente o povo palestino, ampliariam suas chances de resolve sua situação se invertessem a estratégia - apelassem para o pacifismo. Algumas das grandes vitórias do século XX só foram conseguidas com o pacifismo - por exemplo, Índia e África do Sul. Tá certo que que a ìndia tem a tradição milenar da não-violência, mas foi assim que puseram a Ilha Velha prá fora.
E a turma do Mandela, em situação que acho muito parecida com a do Oriente Médio atual,só perdeu enquanto fez guerrilha e etc... Ganharam com a não-violência. Seria legal (mas improvável) os palestinos tentarem.


PAULO SAMPAIO GUTIERREZ

sexta-feira, 25 de agosto de 2006 21:50:00 BRT  

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