quinta-feira, 24 de agosto de 2006

Lula fala em pacto, a oposição reage e a eleição segue (24/08)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou hoje em conciliação política. A oposição, naturalmente, reagiu. Em outro front, o programa da noite de Geraldo Alckmin foi todo sobre Saúde e aumentou o tom da agressividade contra o presidente. Que, por sua vez, dedicou-se inteiramente à educação -o que o tucano havia feito à tarde. E segue o baile. A referência de Lula à necessidade de reduzir as tensões políticas é retórica, ou reside no plano dos desejos: a oposição só vai sossegar no dia em que Lula deixar o Planalto.

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4 Comentários:

Anonymous Cesar Cardoso disse...

Lula sabe que tem uma parte da oposição que só vai sossegar quando ele estiver de volta a São Bernardo. A proposta, claro, não é para essa gente, os FHC, os ACM, os Cesar Maia.

Imagino que essa proposta tem destinatário certo: Aécio Neves, Palácio da Liberdade, Belo Horizonte, MG. Aécio, aliás, que anda fazendo corpo mole aberto para o Geraldinho.

Talvez aí já comece a campanha Aécio PMDB 2010?

sexta-feira, 25 de agosto de 2006 01:36:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Creio eu que Geraldo deu resposta sensata a proposta do santissimo pres.lula sobre pacto nacional. É meio fora de hora na altura do campeonato, realmente tem cheiro eleitoreiro quase igual ao caso da seleção brasileira no episodio Ronaldo ¨o gordo¨. Se faturasse o trofeu tiraria alguns votinhos a mais. Depois de eleito até valeria a proposta na suposição de manter a governabilidade.
HH falou sobre a CSN, na possibilidade de estudar a reversão da privatização, se não me engano foi a primeira privatização do Plano Collor, e graças ao plano, a CSN deixou de ser o cabide de emprego politico e passou de deficitaria, o governo tinha prejuizo de 1 milhão de dolares dia, e hoje alem da eficiencia, tras divisas para o país exportando e pagando impostos, e dando emprego decente coisa que não fazia desde a fundação.

sexta-feira, 25 de agosto de 2006 01:46:00 BRT  
Anonymous Kleber disse...

Antes se dizia no Brasil que a esquerda era burra. Lugar comum. Fora do Palácio, a direita não mostra sinais de inteligência. O Geraldo deveria ter aceitado o pacto. Devolveria a bola e Lula que se equlibrasse. Entretanto, busca atirar como uma Helena que ainda sonha com Tróia. Eleição mais sem jeito essa!
PS: voto no Lula.

sexta-feira, 25 de agosto de 2006 09:33:00 BRT  
Anonymous Swamoro Songhay disse...

Além do pacto político, há um plano de desenvolvimento, até 2022, que prevê, dentro outras propostas, do CDES, para várias áreas, crescimento do PIB a 6% a.a., a partir de 2008 e manutenção do superávit primário em 4,25% do PIB. Será interessante observar como a oposição vai reagir a mais uma pauta, colocada faltando 36 dias das eleições. O pacto político, pelas notícias, foi rejeitado pelo candidato oposicionista, porém, ainda resta o contraponto às propostas do plano de desenvolvimento. É quase certo que irão para o horário eleitoral do presidente.

sexta-feira, 25 de agosto de 2006 11:55:00 BRT  

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