quinta-feira, 10 de agosto de 2006

Cristovam foi outro que seu deu bem no JN (10/08)

Gostei do desempenho do candidato do PDT, Cristovam Buarque, no Jornal Nacional. Ele conseguiu mostrar o que muda no Brasil com ele presidente. Disse o que pretende fazer na Educação (salário mínimo para professores, boas escolas, período integral, padrões federais). De fato, se um presidente fizer o que ele propõe, será uma revolução. A chances dele são quase nulas, mas ele foi bem. Não se intimidou com as considerações sobre sua demissão do MEC e sobre o fato de não ter sido reeleito governador do DF. E daí? Que importância têm essas coisas? Pareceram mais foi pegadinhas. Acho que o eleitor não está nem aí para isso.

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8 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

E dá para entender? o pt perdeu o candidato que poderia ser um dos melhores Ministros da Educação do seu governo, os misterios do poder.
Aqui na terrinha do sol nascente é graças as super-escolas, hoje os japoneses desfrutam de prosperidade, salario minimo de US$2,500.00, bonus anual de até 6x salarios para os mais antigos e tambem por merito e dedicação. Ao termino do chamado colegial, já esta apto ao trabalho nivel tecnico na area que se escolhe ao ingressar no colegio. E as empresas em geral, em todas as atividades, no inicio do exercicio fiscal que é em abril, admitem os recem-formados tanto tecnicos medios, como universitarios, iniciam como estagiarios remunerados. E os que querem as melhores corporações se dedicam mais buscam as chamadas Universidades mais afamadas. Gostaria muito que Cristovam Buarque conseguisse iniciar esse ciclo educacional o mais urgente possivel, independente de ser presidente, que outros abracem esta idéia seja publico ou privado. Yoshio - Japão

quinta-feira, 10 de agosto de 2006 04:54:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Mais um pouco Alon, os japoneses aproveitam espaços em baixo de viadutos, elevados e constroem espaços publicos, repartições e aproveitam o maximo, isso claro por falta de territorio mesmo, mas o inicio antes da prosperidade, antes das ¨gaiolas¨de vidro, iniciaram embaixo de viadutos a maioria das repartições. E privilegiaram as escolas com espaço abundante um verdadeiro clube, vagas sobrando a qualqer momento, qualquer transferencia de familias por força do trabalho, e acontece muito aqui, existe vaga na hora em qualquer nivel e sem burocracia, no dia seguinte já inicia aonde parou. Aí só Deus sabe. Cristovam Buarque, como o proprio falou se criança votasse teria por obrigação votar neste projeto.
Yoshio - Japão

quinta-feira, 10 de agosto de 2006 05:09:00 BRT  
Anonymous Swamoro Songhay disse...

Permita discordar. O Christovam foi poupado pelo fato de não ter chances reais de vitória. Caso tivesse índices superiores a 20% ou estivesse em segundo lugar, ou em primeiro, sofreria aperto igual ao do Alckmin. O mesmo vale para Heloisa Helena. É destaque, mas não tem chances reais. Ambas as candidaturas não têm a mesma carga simbólica da candidatura Alckmin. com a vantagem de serem entrevistados depois. Não desmerece-se o desempenho deles, mas com certeza puderam estudar mais e preparar-se, depois do que assistiram. Mesmo assim, deram umas patinadas, disfarçadas por um pouco mais de agressividade ao impedir interrupções, o que faltou ao Alckmin. Hoje, também pela carga simbólica, mas em outro sentido, o presidente poderá não ser tão apertado sobre temas críticos. Poderá também não deixar-se interromper. Se assim ocorrer, poderá sair-se bem, mais por lacunas do que por respostas convincentes. Se ocorrer o contrário, será melhor para a informação ao eleitor.

quinta-feira, 10 de agosto de 2006 11:18:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

Acho equivocada a avaliação do swamoro. pelo quee eu entendi, ele acha que o JN foi mais duro com o geraldo que com HH e Buarque. Achei que foram igualmente agressivos, mas que o Alckimin estava menos rpeparado para apanhar que os outros dois.

quinta-feira, 10 de agosto de 2006 14:28:00 BRT  
Anonymous Maria das Graças disse...

Pimentel joga a toalha na campanha de Nilmário do PT em Minas



Cresce o isolamento político do candidato ao governo de Minas Nilmário Miranda, do PT, com o afastamento cada vez maior de lideranças do partido. O prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel acaba de jogar a toalha. De acordo com informações publicadas hoje pelos jornais “Estado de Minas” e “O Tempo”, Pimentel disse que vê a reeleição do governador Aécio Neves como natural. Sobre Nilmário, ele disse que: “nem sempre a gente faz campanha apenas para o resultado das urnas. Às vezes se faz campanha para deixar idéias e caminhos que vão servir, no futuro, para a construção de uma sociedade melhor”.

O isolamento de Nilmário tem muitas razões. A principal delas seria a aliança que levou o PT trair seu passado, ao se aliar a Newton Cardoso, um adversário figadal. Outra vertente dá conta de que o próprio Nilmário já constatou que não tem mesmo chances para se eleger governador e resolveu usar a campanha apenas para se tornar conhecido já de olho na disputa pela prefeitura de BH em 2008.

quinta-feira, 10 de agosto de 2006 15:58:00 BRT  
Blogger Leonardo De Araujo disse...

Alon, gostei muito do blog e dos posts anteriores. Não concordo com sua opinião sobre o Cristovam, por mais que tenha gostado do post.
Já lhe havia assistido no Roda Viva da cultura, onde perguntado sobre economia respondeu que resolve com educação.
Educação é sem dúvida importante, agora responder uma pergunta sobre taxa de juros e produção dizendo que tem projeto para educação é no mínimo despreparo. Por mais que eu duvide, quem sabe ele desse um bom ministro da educação (dos bem falastrões).
Ontem ele passou 11 minutos falando no que? no único assunto possível: educação. E quando o Bonner perguntou a segunda prioridade: "tem isso, aquilo e aquele outro, ah, e a educação" RS, LOL, ETCS.
Numa coisa eu concordo, ele não deixou a dupla tomar conta.
Aproveite e dê uma passada no meu blog para dar sua opinião sobre um assunto tão prazeroso quanto política:
Viva o Vinho!

Um brinde!

quinta-feira, 10 de agosto de 2006 16:37:00 BRT  
Anonymous Anônimo disse...

SENSACIONAL a entrevista do Cristovam. Se metade dos candidatos dessem um terço da prioridade que ele dá à educação, quem sabe correríamos o risco de ter um governo centrado na questão mais deficitária brasileira...
É uma pena que os economistas falem tanto sobre índices isolados e inter-dependentes sem levar à discussão uma 'variável' que, apesar de não ser estritamente econômica, tem influência sobre todos os aspectos da economia possível (qualidade de serviços, durabilidade de obras em infra-estrutura, renda, empregabilidade, poupança nacional, evolução do mercado interno, capacitação de mão-de-obra, risco do capital (juros), etc, etc...
é isso aí!!! Cristovam PRESIDENTE!!!

quinta-feira, 10 de agosto de 2006 18:33:00 BRT  
Anonymous Swamoro Songhay disse...

Anônimo, avaliei que no momento o peso da candidatura do Alckmin é maior. Dos três, é o único que tem chances, portanto, valor simbólico maior e muito a saber-se dele, dai, o aperto nas perguntas. A ressalva quanto ao preparo, concordo em parte. Aparenta ter faltado um laboratório, uma simulação do debate com abordagem de temas críticos. Quanto ao demais, mantenho. E acrescento que ele não foi tão mal.

quinta-feira, 10 de agosto de 2006 19:04:00 BRT  

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