terça-feira, 11 de julho de 2006

Antes tarde do que nunca (11/07)

Da sinopse da imprensa que a consultoria Tendências distribuiu hoje aos seus clientes:

"LULA OFERECE CRÉDITO DO BNDES À BOLÍVIA - A pedido do próprio presidente Lula, uma missão do BNDES esteve em La Paz, na última sexta-feira, para negociar com o governo boliviano a concessão de crédito para que a Bolívia compre cerca de 300 tratores agrícolas de empresas brasileiras. Além de membros do banco, a missão foi composta por representantes de montadoras de tratores. Apresentadas as modalidades de crédito, agora, a instituição aguarda uma resposta do governo boliviano. A missão do BNDES foi acertada entre Lula e o presidente da Bolívia, Evo Morales, durante a solenidade de ingresso da Venezuela no Mercosul, na terça-feira passada, em Caracas. Outra linha de crédito poderá ser oferecida pelo banco para a construção de uma rodovia no território boliviano, estimada em US$ 600 milhões. O BNDES informou que ainda não sabe os volumes de recursos necessários à Bolívia."

É por aí. As instituições de fomento brasileiras devem ser utilizadas para ajudar os empresários brasileiros a fazerem bons negócios com os países vizinhos. Bons negócios para nós e os vizinhos, bem entendido. Em lugar da ridícula "diplomacia das canhoneiras" desenterrada pelos neo-nacionalistas de ocasião, a ampliação da esfera de influência do Brasil por meio da expansão de nossas empresas na América do Sul, sempre procurando respeitar os interesses e direitos legítimos de nossos parceiros.

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