quarta-feira, 29 de março de 2006

O Chile socialista de Michelle Bachelet prepara uma reforma da Previdência que vai atingir as mulheres (29/03)

A proposta é subir de 60 para 65 anos a idade mínima de aposentadoria das trabalhadoras do sexo feminino. O Chile tem um sistema de Previdência baseado inteiramente no modelo de fundos de pensão. Por isso a permanente a preocupação com o equilíbrio atuarial. Diferente daqui, onde o Tesouro acaba bancando qualquer gesto caridoso que o governo (qualquer governo) deseje fazer. O envelhecimento da população, combinado com o alongamento da vida útil dos trabalhadores, exige e permite esticar os anos de trabalho. Essa é uma agenda também para o próximo presidente do Brasil. Veremos se alguém terá a coragem, ou a ousadia, de abrir esse debate na campanha eleitoral. Clique aqui para ler mais sobre a reforma chilena.

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2 Comentários:

Anonymous Marcus disse...

Quando Lula assumiu, um amigo me disse que o presidente perdeu a oportunidade de colocar no Ministério da Previdência o deputado Eduardo Jorge, que mais do que ninguém teria autoridade moral para fazer as reformas duras que fossem necessárias.

Seu projeto, anterior ao de Fernando Henrique, igualando as condições de aposentadoria dos servidores públicos e trabalhadores da iniciativa privada, já seria um ótimo começo. Mas ele faz parte dos "rejeitados" do PT, que não têm voz ativa no grupo atualmente no poder.

quarta-feira, 29 de março de 2006 10:59:00 BRT  
Anonymous elenara disse...

Oi,
passei por aqui por curiosidade, pois teu blog foi indicado em comentário de um texto que li no Bombordo e vejo que também no Chile... é está parecendo ser inevitável o neoliberalismo, tem legitimidade, ancoragem social, praticabilidade, parece ser inevitável...

quarta-feira, 29 de março de 2006 14:35:00 BRT  

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